sábado, 8 de agosto de 2009

Internet via rede elétrica: um passo para conectar pela tomada

Usar a internet vai ficar bem mais fácil. Cada tomada de uma residência será o ponto de acesso para se conectar à rede mundial. Essa nova opção para acessar a web vai começar a ser comercializada em breve para os usuários brasileiros.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou em abril a tecnologia de internet pela rede elétrica, que permite o tráfego de voz, dados e imagens. Conhecida como PLC (Power Line Communication), a nova forma de acesso à web já existe há cerca de dez anos e é vendida na Europa a links de 4,5 Mbps —que devem chegar a 14 Mbps até o final do ano.
No Brasil, o uso começou no Paraná, na fornecedora de energia elétrica local, no final da década passada. Desde então, foi desenvolvida uma tecnologia compatível com o sistema elétrico brasileiro, que foi testado nos últimos dois anos, até ser homologado.
A principal vantagem dessa tecnologia, segundo os especialistas, é que fornecerá acesso à web pela tomada —assim aproveita uma estrutura já existente para chegar a regiões onde outras alternativas de acesso rápido ainda não estão disponíveis. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa. Mas, na prática, o que muda para o usuário?
Segundo o engenheiro eletrônico Almir Meira, professor da FIAP e Faculdade Módulo, para ter acesso à tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica.
"A transmissão de dados é feita pela estrutura já existente de distribuição de energia elétrica. Os dados podem ser enviados diretamente do provedor de acesso para a rede elétrica até chegar aos usuários. Também é possível mesclar a forma de transmissão onde já existem outras estruturas: a conexão pode ser feita via cabo a partir do provedor até a região de um prédio. Se o edifício não tiver cabeamento, por exemplo, a conexão pode continuar sendo feita via rede elétrica até os apartamentos", afirma.
Já a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ressalta que, para os usuários da tecnologia, a conta de luz continuará separada porque se trata da mesma estrutura, mas usada para fins diferentes.
Fonte: UOL Tecnologia

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Mitologia: Netuno

Netuno era o líder das divindades aquáticas. O símbolo do seu poder era o tridente ou a lança de três pontas, com a qual costumava despedaçar as rochas, invocar ou subjugar as tempestades e ainda abalar as terras litorâneas. Foi ele quem criou o cavalo e era o patrono das corridas com esse animal. Os seus cavalos tinham patas de bronze e crinas de ouro. Puxava a sua carruagem sobre as águas do mar, que se acalmavam diante de si, enquanto os monstros das profundezas saltitavam ao longo de seu caminho.

Fonte: Bulfinch, Thomas, 1796-1867 ; O livro da mitologia: histórias de deuses e heróis: (a idade da fábula).

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Se a moda pega: americana entra com processo contra faculdade porque não conseguiu emprego

Trina Thompson quer a devolução de US$ 70 mil (cerca de R$ 131 mil).'Eles não têm se esforçado o suficiente para me ajudarem', diz a jovem.
A norte-americana Trina Thompson, de 27 anos, entrou com um processo contra a faculdade em que estudou porque não conseguiu encontrar um emprego. Ela quer a devolução de US$ 70 mil (cerca de R$ 131 mil), segundo o jornal "New York Post".
Trina, que se formou pela faculdade Monroe, na cidade de Nova York, está processando a instituição porque não encontrou um bom emprego desde a formatura, em abril. Ela entrou com uma ação no último dia 24 em um tribunal no Bronx.

"Eles não têm se esforçado o suficiente para me ajudarem", alegou a jovem, que se formou no curso de tecnologia da informação. Como se não bastasse estar desempregada, Trina destacou que os empréstimos que fez para pagar a universidade estão vencendo.

Para o porta-voz da faculdade, Gary Axelbank, a ação da ex-estudante é "totalmente sem mérito". Ele destacou ainda que a instituição se orgulha do excelente trabalho de apoio que oferece a cada um de seus alunos.
*As informações são do G1

domingo, 26 de julho de 2009

Dá pra acreditar: em 2008, Brasil importou 175,5 mil toneladas de lixo

O Brasil importou, oficialmente, mais de 223 mil toneladas de lixo desde janeiro de 2008, a um custo de US$ 257,9 milhões. No mesmo período, deixou de ganhar cerca de US$ 12 bilhões por não reciclar 78% dos resíduos sólidos gerados em solo nacional e desperdiçados no lixo comum por falta de coleta seletiva - o País recicla apenas 22% do seu lixo. A indústria nacional, que reutiliza os reciclados como matéria-prima na fabricação de roupas, carros, embalagens e outros, absorve mais do que o País consegue coletar e reciclar. Daí a necessidade de importação.

A destinação do lixo urbano é uma atribuição constitucional das prefeituras, mas apenas 7% dos 5.564 municípios brasileiros têm coleta seletiva. Com isso, no ano passado, pelo menos 175,5 mil toneladas de resíduos de plástico, papel, madeira, vidro, alumínio, cobre, pilhas, baterias e outros componentes elétricos - e até as cinzas provenientes da incineração de lixos municipais - tiveram de ser importadas. Entre janeiro e junho deste ano, foram importadas outras 47,7 mil toneladas.

Mesmo importando, as 780 empresas de reciclagem brasileiras, hoje, atuam com 30% da capacidade ociosa por falta de matéria-prima, segundo a Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos. Um exemplo: mais de 40% do PET reciclado é absorvido pela indústria têxtil na fabricação de fios e fibras de poliéster - duas garrafas se transformam em uma blusa. O Brasil teria condições de abastecer essa indústria, não desperdiçasse 50% do PET no lixo comum. A falta do material fez disparar o preço da tonelada no mercado interno, equiparando-se ao valor do importado, entre R$ 700 e R$ 900. Resultado: enquanto sobravam garrafas boiando no poluído Rio Tietê, as recicladoras tiveram de importar 14 mil toneladas de plástico para reciclagem no ano passado, 75% mais do que em 2007.

O mesmo ocorre com resíduos de alumínio, que lideram a importação, usados na indústria automobilística - só no ano passado, o Brasil importou 92,7 mil toneladas do material retirado do lixo de outros países. “Se existisse uma política nacional de reciclagem não seria preciso Bolsa-Família. O dinheiro do lixo renderia aos brasileiros o mesmo benefício, além de emprego”, ironiza o presidente do Instituto Brasil Ambiente, Sabetai Calderoni, autor do livro "Os Bilhões Perdidos no Lixo" e consultor da Organização das Nações Unidas e do Banco Mundial para a área ambiental. “Só faz sentido o Brasil importar esse material porque as redes de captação e separação não funcionam. Faltam PET e outros resíduos no mercado nacional.”

*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dá pra acreditar: EUA exportam 80% dos seus resíduos eletrônicos para países pobres

Cerca de 80% do lixo eletrônico dos Estados Unidos é exportado para países pobres, principalmente para a China. Parte desembarca no Brasil. O alerta é da Silicon Valley Toxics Coalition, entidade que monitora empresas de tecnologia na costa oeste americana, segundo a qual parte das companhias da Califórnia tem acordos para a venda de computadores e tecnologias de segunda mão para o mercado brasileiro. Nem todos, porém, são reaproveitados e, na realidade, são lixo.

Com produção anual de 400 milhões de toneladas de lixo e leis ambientais cada vez mais duras, os países ricos enfrentam um dilema: o que fazer com essa produção sem precedentes de resíduos e aparelhos praticamente descartáveis? Dados da Agência Ambiental dos EUA revelam que o custo de tratar localmente o lixo produzido é dez vezes superior ao custo de exportá-lo aos países mais pobres, principalmente os itens tecnológicos. Nos EUA, existem 500 milhões de computadores obsoletos, além de 130 milhões de celulares que são jogados no lixo por ano. Além do Brasil, México, Coreia do Sul, China, Índia, Malásia e Vietnã recebem esse material.

Empresas passaram a ser criadas para explorar o mercado ilegal, sobretudo na Europa. Diplomatas brasileiros confirmaram que em alguns carregamentos nem seguros são feitos. “Se a carga cair no mar, melhor”, diz um deles. Segundo a entidade Basel Action, de 50% a 80% do lixo eletrônico produzido nos EUA é exportado e 90% vai para a China - que ainda produz 1 milhão de toneladas de lixo eletrônico por ano. Nelson Sabogal, vice-secretário da Convenção de Basileia, que regula o comércio de produtos perigosos, admite que é impossível saber a quantidade de lixo ilegalmente transportada pelo mundo. “Buscamos fechar acordos com empresas de tecnologia para garantir que esse lixo possa ser reaproveitado. Só assim podemos parar essa tendência.”


* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A gripe suína e as férias

Os ministérios da Educação e da Saúde descartaram nesta quinta-feira (23) a possibilidade de prorrogar as férias escolares de estudantes da rede pública de ensino. A medida havia sido considerada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em reportagem divulgada hoje na Agência Brasil. O país já tem 29 mortes confirmadas causadas pela gripe suína, conhecida como gripe A (H1N1).

Caso estudantes e professores apresentem sintomas de gripe suína, os ministérios recomendam que seja procurada orientação médica. É recomendado também às pessoas com sintomas que evitem retornar às atividades escolares até que estejam completamente restabelecidas.

Segundo nota publicada nesta quinta-feira pelo Ministério da Educação, os ministérios da Saúde e da Educação, bem como as secretarias estaduais de saúde ainda estão em discussão sobre a eventual possibilidade de adiamento do início das aulas. Os ministérios ainda deverão decidir se irão adotar diretriz única sobre a decisão do prolongamento das férias, mas os Estados têm autonomia para decidir se mantêm o calendário ou não.

O Rio Grande do Sul já anunciou que não terá mudanças de calendário: as aulas irão voltar em 3 de agosto na rede estadual do RS.

Até as 16h30 desta quinta, segundo reportagem da Folha Online, os governos dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro --que deveriam se reunir na próxima semana com o Ministério da Saúde para discutir o possível adiamento do retorno às aulas nas redes pública e particular-- ainda não haviam divulgado a decisão.

Na última terça-feira (21), a OMS (Organização Mundial da Saúde) havia anunciado que a suspensão das aulas seria uma das medidas que poderiam ser adotadas para diminuir a transmissão da doença.

**As informações são do UOL Educação

sábado, 11 de julho de 2009

O custo dos engarrafamentos nos EUA

Em 2007, pela primeira vez em 16 anos, os engarramentos diminuíram em 439 áreas urbanas dos EUA. Mas o problema não foi resolvido.

Entre 2006 e 2007 os congestionamentos obrigaram os norte-americanos das áreas urbanas a gastarem 4,2 bilhões de horas a mais no trânsito e a utilizarem 11,2 bilhões de litros extras de gasolina. O custo de todos estes atrasos chegou a US$ 87,2 bilhões, um aumento de mais de 50% em relação a 1997.

O problema afeta áreas metropolitanas de todos os tamanhos, mas principalmente as maiores. Os motoristas de Los Angeles são os que mais sofrem: em 2007 eles passarem em média 70 horas em congestionamentos.

A diminuição dos engarrafamentos pode ser atribuída principalmente a dois fatores: o aumento dos preços dos combustíveis e a crise econômica. A história sugere, no entanto, que os congestionamentos também retornam quando a economia se recupera.


Fonte: Opinião e Notícia